Análise de Casos de Formação para a Integração Sócio-Laboral
Código: 11003
Departamento: DEED
ECTS: 6
Área científica: Ciências da Educação
Total de horas trabalho: 156
Total de horas de contacto: 15

Esta unidade curricular visa promover a compreensão da realidade da formação de adultos pouco escolarizados, no âmbito da integração sócio-laboral. Partindo do mapeamento de conceitos relevantes, caracterizam-se contextos e casos de intervenção, e discutem-se fundamentos e práticas de atuação nesta área. No final da unidade curricular, espera-se que o estudante seja capaz de:

  • identificar conceitos fundamentais no campo da formação de adultos pouco escolarizados, no âmbito da integração sócio-laboral;
  • descrever contextos e casos de intervenção nesse âmbito;
  • analisar, de forma crítica e refletida, propostas e práticas de intervenção.

Educação e Formação de Adultos
Integração Social e Laboral
Qualificação

Pretende-se que, no final desta UC, o estudante tenha adquirido as seguintes competências:

  • Argumentar de forma sustentada sobre as temáticas em estudo;
  • Analisar recursos de natureza diversa;
  • Elaborar trabalhos académicos e científicos;
  • Escrever com rigor científico, cumprindo normas estabelecidas;
  • Adotar uma postura reflexiva, de colaboração e ética.

Nesta UC serão trabalhadas as seguintes temáticas:

(i) Formação para a Integração Sócio-laboral: conceitos fundamentais
(ii) Formação para a Integração Sócio-laboral: contextos e casos de intervenção
(iii) Formação para a Integração Sócio-laboral: propostas e práticas de intervenção

ACM & Logframe (Coord.).  (2015). Guia para a Conceção de Planos Municipais para a Integração de Imigrantes. Lisboa: Alto Comissariado para as Migrações, I.P. ISBN: 978-989-685-075-3
Cardoso, T. & Pestana, F. (no prelo). Adaptação/Reinserção de adultos pouco escolarizados: boas práticas em Portugal. In A educação enquanto fenômeno social: Aspectos pedagógicos e socioculturais. Ponta Grossa: ATENA Editora.
Cardoso, T. & Pestana, F. (no prelo). Práticas e Recursos Educacionais Abertos na Educação de Adultos: um projeto inovador com mulheres de etnia cigana. Em A educação enquanto fenômeno social: Avanços, limites e contradições. ATENA Editora.
Cavaco, C. (2008). Adultos pouco escolarizados: diversidade e interdependência de lógicas de formação. Tese de Doutoramento, Universidade de Lisboa.
Cavaco, C. (2020). Reconhecimento e validação de adquiridos experienciais de adultos pouco escolarizados em Portugal: uma medida de política pública inovadora? Revista do Centro de Ciências da Educação: Dossiê Pesquisas sobre produção acadêmica em educação de jovens e adultos, 38(1), pp. 1-22.
Miguéns, M. (Coord.) (2021). Estado da Educação 2020. Lisboa: CNE – Conselho Nacional de Educação. ISBN: 978-989-8841-39-1
Milagre, C., Passeiro, J. & Almeida, V. (2003). Novos actores na formação de grupos sociais desfavorecidos. Revista Europeia Formação Profissional. nº 30. Set/Dez, 2003, pp. 25-35.
MTSSS - Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (2021). Rendimento Mínimo em Portugal: 20 anos de RMG/RSI. Lisboa: Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP). ISBN: 978-972-704-451-1
Pestana, F.; Cardoso, T. (2019). A Wikipédia como Recurso Educacional Aberto: exemplo de integração curricular na educação de adultos. In A. Seixas (Coord.) Congresso SPCE, Ciências, Culturas e Cidadanias – atas. Coimbra: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, pp. 603-613. ISBN 978-989-99775-5-6.
Silva, V. (2018). As disposições dos adultos pouco escolarizados, que não retomaram a educação formal, sobre a aprendizagem ao longo da vida. CIES e-Working Paper N.º 220/2018.
Trindade, A.; Santos, D.; Costa, E. & Cardoso, T. (2019). Implementação de uma abordagem holística da aprendizagem ao longo da vida: centros comunitários de aprendizagem ao longo da vida enquanto porta de entrada de equipas de apoio multidisciplinares. Cedefop, ERASMUS+.

E-learning.

O regime de avaliação preferencial é o de avaliação contínua, constituída pela realização de 2/3 e-folios (trabalhos em formato digital), ao longo do semestre letivo, e de um momento final de avaliação (g-fólio), a ter lugar no final do semestre, com peso de, respetivamente, 40% e 60% da classificação final. Os estudantes podem, no entanto, em devido tempo, optar por um único momento de avaliação, realizando, então uma prova de Avaliação Final (exame) com o peso de 100%.