Sociologia da Saúde
Código: 41120
Departamento: DCSG
ECTS: 6
Área científica: Sociologia
Total de horas trabalho: 156
Total de horas de contacto: 15

A unidade curricular Sociologia da Saúde tem como objetivo a compreensão da saúde e da doença como realidades sociologicas multidimensionais, negociadas entre as estruturas e os sujeitos. O percurso de aprendizagem passa pela(s) análise(s) dos papeis e das lógicas sociais das instituições e profissionais ligadas ao adoecer, pela relação entre saúde e sociedade que é analisada do ponto de vista das desigualdades sociais e das vivências subjectivas individuais de saúde e de doença no contexto cultural e social. Procura compreender os sistemas de saúde, as suas políticas, as suas formas de regulação, nacional e internacional, bem como a posição e o papel que assumem o estado, o mercado, as comunidades e as famílias na provisão de cuidados de saúde. A abordagem teórica radica em estudos sociológicos e antropológicos sendo complementada com exemplos práticos.

Saúde, sociedade e cultura
Instituição médica
Desigualdades sociais em saúde
Racionalidades leigas de saúde e doença

De acordo com os objetivos, pretende-se que, no final desta Unidade Curricular, o estudante tenha adquirido as seguintes competências:
- interpretar e analisar sociologicamente a saúde e a doença, as organizações de saúde, os sistemas de cuidados e a pluralidade de racionalidades presentes, etc.;
- compreender a saúde/doença como facto cultural e social;
- perceber a medicina como instituição social;
- refletir criticamente sobre os dados de saúde e doença;
- compreender as atitudes e os comportamentos de saúde e de doença no contexto social e cultural.

Conceitos de saúde e de doença
A medicina como instituição moderna
Politicas de saúde
Desigualdades sociais em saúde
Vivências de Saúde e Doença/O contexto cultural na relação com a saúde / doença
O saber popular como sistema cultural e as Racionalidades Leigas

ALVES, Fátima (Org); Silva, Luisa; Fontes, Breno; Luz, Madel Terezinha (Coord). (2013). Saúde Medicina e Sociedade: uma visão Sociológica. Lisboa: Pactor, Lidel.
Carapinheiro, Graça; Correia, Tiago (Org) (2015), Novos Temas da Saúde, Novas Questões Sociais, Lisboa: Mundos Sociais
ALVES, F. A doença mental nem sempre é doença – racionalidades leigas sobre saúde e doença mental. Porto: Edições Afrontamento, 2011.
CARAPINHEIRO, G. (1993). Saberes e Poderes no Hospital: Uma Sociologia dos serviços Hospitalares. Porto: Edições Afrontamento
ROSA, Rosário; Alves, Fátima; Ferreira da Silva; Luisa (2011). Protagonismos alternativos em saúde – contexto teórico de uma pesquisa compreensiva. In RECIIS – R. Eletr. de Com. Inf. Inov. Saúde. Rio de Janeiro, v5, n.4, Dez., [www.reciis.icict.fiocruz.br] e-ISSN 1981-6278  DOI:10.3395/reciis.v5i4.554pt
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O regime de avaliação preferencial é o de avaliação contínua, constituída pela realização de 2/3 e-folios (trabalhos escritos em formato digital), ao longo do semestre letivo, e de um momento final de avaliação presencial (p-fólio), a ter lugar no final do semestre, com peso de, respetivamente, 40% e 60% na classificação final. Os estudantes podem, no entanto, em devido tempo, optar um único momento presencial de avaliação, realizando, então uma prova de Avaliação Final (exame) com o peso de 100%.

É fundamental que os/as estudantes entrem logo na primeira semana do semestre na UC em:
http://elearning.uab.pt