População Sénior:Problemáticas e Perspetivas de Intervenção
Código: 11052
Departamento: DEED
ECTS: 6
Área científica: Ciências da Educação
Total de horas trabalho: 156
Total de horas de contacto: 15

Nesta unidade curricular procura-se, em primeiro lugar, situar o conceito de sénior numa perspetiva biológica, psicológica, social e cultural. De seguida, abordam-se as questões ligadas ao idadismo, ao diálogo intergeracional, à inclusão social e à qualidade de vida. Analisa-se o conceito de envelhecimento ativo e o papel das instituições vocacionadas para este tipo de população, neste âmbito. E, por último, aborda-se o impacto e a dificuldade do uso das TIC nesta faixa etária.

Envelhecimento; 

Envelhecimento ativo;

Qualidade de vida; 

Integração.

Pretende-se que no final desta Unidade Curricular o estudante tenha desenvolvido as seguintes competências:

  • identificar as ideias do senso comum sobre os seniores;
  • contextualizar as problemáticas dos seniores;
  • compreender situações problematizantes;
  • confrontar, questionar e posicionar-se de modo fundamentado face a problemáticas dos seniores.
  • identificar as dificuldades mais comuns no uso das TIC e Serious Games por parte da população sénior
  • refletir sobre o impacto do uso das TIC e Serious Games na promoção da qualidade do envelhecimento e na intervenção junto dos séniores

Tema I: O que significa envelhecer: análise e perspetivas

Tema II: Os Seniores na sociedade atual

Tema III: Os Seniores, as TIC e os Serious Games: uso, dificuldades e impacto

Temática 1:

·        Almeida, T. & Lourenço, M. L. (2009). Reflexões: conceitos, estereótipos e mitos acerca da velhice.  RBCEH, 6(2), 233-244

·        Ferreira‐Alves, José & Novo, Rosa Ferreira (2006). Avaliação da discriminação social de pessoas idosas em Portugal. International Journal of Clinical and Health Psychology, 6(1), 65‐77

·        Lima, M. P. (2010). A velhice é uma fase da idade adulta?. In Envelhecimento(s). (pp. 40-44). Imprensa da Universidade de Coimbra. doi:http://dx.doi.org/10.14195/978-989-26-0355-1

·        Magalhães, C., Fernandes, A.; Antão, C. & Anes, E. (2010). Repercussão dos Estereótipos sobre as Pessoas Idosas. Revista Transdisciplinar de Gerontologia, III(2), 7‐16

·        Pinto, Mª Graça L.C. (2008). Da aprendizagem ao longo da vida ou do exemplo de uma relação ternária: agora, antes e depois. Cadernos de Apoio da Universidade do Porto.

·        Sousa, A. et al. (2014). Alguns apontamentos sobre o idadismo: a posição de pessoas idosas diante desse agravo à sua subjetividade. Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento, 19(3), 853-877 https://doi.org/10.22456/2316-2171.50435

Temática 2:

·        Cabral, M. V. (2013) (org.). Saúde, bem-estar e envelhecimento (239-277). Processos de envelhecimento em Portugal. Fundação Francisco Manuel dos Santos

·        Crespo, L.V. (2011). Os idosos e seus tempos de lazer em família: Um aproximação pedagógico social. Estudos interdisciplinares sobre o envelhecimento, 16, edição especial, 341‐353. https://doi.org/10.22456/2316-2171.17913

·        Dutra, F. e Silva, H.. (2014). Bem-estar subjetivo, funcionalidade e apoio social em idosos da comunidade. Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento, 19(3), 775-791. https://doi.org/10.22456/2316-2171.43389

·        Galinha,S.M. & Loureiro, M.J. (2007). Bem estar subjetivo e Aprendizagem ao longo da vida: algumas reflexões sobre a experiência com narrativas de seniores com diferentes trajectórias culturais. Revista ipcbn, 20, 1‑20

·        Gonçalves, C. (2015). Envelhecimento bem-sucedido, envelhecimento produtivo e envelhecimento ativo: reflexões. Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento, 20(2), 645-657. https://doi.org/10.22456/2316-2171.49428

·        Medeiros, E.P. & Wolff, S.H. (2011). Velhice e contemporaneidade: Reflexões psicossociais sobre o aprendizado de informática em um grupo de idosos.Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento, 16, edição especial, 449‐459. https://doi.org/10.22456/2316-2171.17922

·        Páscoa, G., & Gil, H. (2019). As universidades seniores e o envelhecimento ativo: os impactos junto das pessoas idosas em Portugal. Revista Kairós : Gerontologia, 22(1), 41-58. https://doi.org/10.23925/2176-901X.2019v22i1p41-58

·        Pocinho, R., Castro, J., Santos, G., & Mendes Rosa, C. (2015). Redes de amigos e vizinhança como fator de proteção social para pessoas idosas isoladas: estudo piloto em aldeias concelho da guarda. Polêmica, 15(3), 011-024. https://doi.org/10.12957/polemica.2015.19358

·        Raymundo, T.; Gil, H. & Bernardo, L.. (2019). Desenvolvimento de projetos de inclusão digital para idosos. Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento, 24(3), 22-44 https://doi.org/10.22456/2316-2171.87420

Temática 3:

  • Ferreira, S.A.; Veloso, A.I. & Mealha, O. (2015). O Impacto Do Uso Das Tecnologias Da Informação e da Comunicação No Autoconceito E Na Qualidade De Vida Da Pessoa Idosa. in Augusto Guzzo Revista Acadêmica, 2015, n°15, 56-73
  • Ferreira, Sónia & Veloso, Ana. (2015). What about us, seniors? What difficulties do we face using Information and Communication Technology?. 176-179. https://10.1109/SIIE.2015.7451671
  • Gil, H. T. & Páscoa, G.M. (2019). Envelhecimento e Educação: Um Compromisso na Sociedade Digital. Sisyphus — Journal of Education, vol. 7, núm. 3, pp. 137-155 https://doi.org/10.25749/sis.17906
  • Santos, I. A. C. L., Veloso, A. I. & Alves, L.. (2016). Reflexões Sobre A Literacia Digital Dos Seniores Ao Jogar. Páginas a&b. S.3, nº especial 87-102
  • Silva Neto, H.  (2017). Serious Games utilizados como mecanismos de avaliação cognitiva aplicados à população adulta mais velha. Tese de Doutoramento em Ciências e Tecnologias da Informação. Universidade de Coimbra
  • Silva Neto, H. C. & Roque, L.. (2014). Experiências dos Videojogos aplicados ao Envelhecimento Ativo. Anais do Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital - SBGames, ISSN: 2179-2259
  • Veloso, A. I. & Costa, L. (2016). Jogos Digitais Na Promoção Da Saúde: Desafios e Tendências. Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 25, n. 46, p. 159-186, maio/ago
  • Veloso, A., Ferreira, S.; Costa, L. & Soares, C. (2015). O Ensino das Tecnologias da Informação e Comunicação aos Cidadãos Seniores em Portugal. https://10.13140/RG.2.1.4848.1048.

E-learning

O regime de avaliação preferencial é o de avaliação contínua, constituída pela realização de 2/3 e-folios (trabalhos escritos em formato digital), ao longo do semestre letivo, e de um momento final de avaliação (g-fólio), a ter lugar no final do semestre, com peso de, respetivamente, 40% e 60% na classificação final. Os estudantes podem, no entanto, em devido tempo, optar um único momento presencial de avaliação, realizando, então uma prova de Avaliação Final (exame) com o peso de 100%.

ana.afonso@uab.pt