Literatura e Artes Visuais
Código: 52027
Departamento: DH
Departamento: DH
ECTS: 8
Área científica: Humanidades
Área científica: Humanidades
Total de horas trabalho: 208
Total de horas de contacto: 44
Total de horas de contacto: 44
Ao longo da unidade curricular explora-se a especificidade da relação entre a literatura e as artes visuais, tanto a nível criativo como crítico.
No ponto 1. - Em torno do conceito de ekphrasis, é escolhido o conceito de ekphrasis, enquanto aspectos central desta relação no tempo em causa quer a nível criativo – O episódio do escudo de Aquiles, quer a nível teórico – Platão, Aristóteles e Horácio, de modo a reflectir sobre a importância que uma tradição especulativa teve no diálogo entre a literatura e as artes, e sobre as modulações semânticas que o conceito de ekphrasis revela, e da função que a enargeia e a sapientia nele assumem.
No ponto 2. - O espaço do Museu, é escolhido o Museu público de modo a compreender a influência que este teve nos românticos, ao permitir um envolvimento com alteridades estéticas e um desenvolvimento de práticas reflexivas e especulativas concretas e de discursos idiossincráticos.
No ponto 3. – Meta-discursos, são escolhidos os aspectos centrais desta relação através do diálogo que os criadores literários e artísticos desenvolveram entre eles e com a tradição em causa – herança criativa, modulações semânticas; da vertente ensaística e especulativa por eles realizada - ensaios críticos; e, por fim, do diálogo entre textos literários e a pintura não figurativa - verbalizando além do figurativo.
No ponto 1. - Em torno do conceito de ekphrasis, é escolhido o conceito de ekphrasis, enquanto aspectos central desta relação no tempo em causa quer a nível criativo – O episódio do escudo de Aquiles, quer a nível teórico – Platão, Aristóteles e Horácio, de modo a reflectir sobre a importância que uma tradição especulativa teve no diálogo entre a literatura e as artes, e sobre as modulações semânticas que o conceito de ekphrasis revela, e da função que a enargeia e a sapientia nele assumem.
No ponto 2. - O espaço do Museu, é escolhido o Museu público de modo a compreender a influência que este teve nos românticos, ao permitir um envolvimento com alteridades estéticas e um desenvolvimento de práticas reflexivas e especulativas concretas e de discursos idiossincráticos.
No ponto 3. – Meta-discursos, são escolhidos os aspectos centrais desta relação através do diálogo que os criadores literários e artísticos desenvolveram entre eles e com a tradição em causa – herança criativa, modulações semânticas; da vertente ensaística e especulativa por eles realizada - ensaios críticos; e, por fim, do diálogo entre textos literários e a pintura não figurativa - verbalizando além do figurativo.
Literatura
Artes
Ekphrasis
Museu
Artes
Ekphrasis
Museu
- domínio das ferramentas conceptuais e metodológicas necessárias à produção do conhecimento num âmbito interdisciplinar;
- capacidade de formular problemas e de usar todos os recursos conceptuais inerentes aos espaços criativos em causa;
- capacidade de construir uma visão racional e crítica do objecto;
- capacidade de reflectir sobre a dimensão especulativa do objecto de análise;
- capacidade de problematizar a dimensão epistemológica relevante a nível do estado da arte do tema escolhido
- capacidade de formular problemas e de usar todos os recursos conceptuais inerentes aos espaços criativos em causa;
- capacidade de construir uma visão racional e crítica do objecto;
- capacidade de reflectir sobre a dimensão especulativa do objecto de análise;
- capacidade de problematizar a dimensão epistemológica relevante a nível do estado da arte do tema escolhido
1. Em torno do conceito de ekphrasis
1.1. Origem histórica;
1.2. Modulações semânticas;
1.3. A enargeia;
1.4. A sapheneia
2. O espaço do Museu
2.1. A sua emergência;
2.2. Alteridades estéticas;
2.3. Práticas reflexivas;
2.4. Discursos idiossincráticos.
3. Meta-discursos
3.1. Heranças criativas;
3.2. Modulações semânticas;
3.3. Exercícios críticos;
3.4. Verbalizando além do figurativo.
Avelar, Mário (coord.). A Literatura e as Artes – percursos de um diálogo (Chamusca: Cosmos, 2010)
Avelar, Mário. Ekpkrasis – O poeta no atelier do artista (Chamusca: Cosmos, 2006)
Baudelaire, Charles. A Invenção da Modernidade (Sobre Arte, Literatura e Música) (Lisboa: Relógio D’Água, 2006)
Heffernan, James A. W.. A Museum of Words – The Poetics of Ekphrasis from Homer to Ashbery (Chicago: The University of Chicago Press, 1993)
Krieger, Murray. Ekphrasis – The Illusion of the Natural Sign (Baltimore and London: The Johns Hopkins University Press, 1992)
Malraux, André. O Museu Imaginário (Lisboa: Edições 70, 1963)
Praz, Mario. Mnemosyne – El paralelismo entre la literatura y las artes visuales (Madrid: Taurus, 1979)
Avelar, Mário. Ekpkrasis – O poeta no atelier do artista (Chamusca: Cosmos, 2006)
Baudelaire, Charles. A Invenção da Modernidade (Sobre Arte, Literatura e Música) (Lisboa: Relógio D’Água, 2006)
Heffernan, James A. W.. A Museum of Words – The Poetics of Ekphrasis from Homer to Ashbery (Chicago: The University of Chicago Press, 1993)
Krieger, Murray. Ekphrasis – The Illusion of the Natural Sign (Baltimore and London: The Johns Hopkins University Press, 1992)
Malraux, André. O Museu Imaginário (Lisboa: Edições 70, 1963)
Praz, Mario. Mnemosyne – El paralelismo entre la literatura y las artes visuales (Madrid: Taurus, 1979)
E-Learning (completamente online).
A avaliação tem caráter individual e implica a coexistência de duas modalidades: avaliação contínua (60%) e avaliação final (40%). Essa avaliação será desenvolvida na aplicação de formas diversificadas, definidas no Contrato de Aprendizagem da unidade curricular.