História das Civilizações Pré-Clássicas
Código: 31048
Departamento: DCSG
ECTS: 6
Área científica: História – História Antiga
Total de horas trabalho: 156
Total de horas de contacto: 15

Nesta unidade curricular estudam-se as sociedades, culturas e civilizações detentoras de escrita que tiveram lugar no Egipto, na Mesopotâmia e na região siro-palestinense no período anterior à época clássica, ou seja, desde o final da Pré-História até ao século V a.C.
De acordo com o manual de estudo, são destacados alguns dos domínios mais significativos deste momento histórico da Antiguidade, através da consideração da política, da economia, da religião e da cultura.

  1. Egipto
  2. Mesopotâmia
  3. Palestina

- Apresentar interpretações históricas críticas e fundamentadas de processos, acontecimentos e dinâmicas sociais, culturais, políticas, económicas e religiosas, em diferentes contextos espácio-temporais.

- Identificar, selecionar, analisar e interpretar fontes diversificadas, avaliando a sua credibilidade, contexto de produção e limites.

- Mobilizar métodos, conceitos e teorias da História para analisar continuidades, ruturas e interações entre civilizações, sociedades, culturas e sistemas de pensamento ao longo do tempo, à luz da diversidade humana.

 - Analisar, valorizar e mediar bens patrimoniais e expressões artísticas nos seus contextos históricos, culturais e institucionais, contribuindo para a sua preservação, interpretação e divulgação.

- Interpretar criticamente práticas, discursos e sistemas religiosos em diferentes contextos históricos e culturais, avaliando o seu impacto na organização social, nas identidades coletivas e nas dinâmicas de poder. 

- Estabelecer relações e comparações entre diferentes factos, agentes e contextos espácio-temporais.

- Organizar informação, estruturar problemas e construir argumentos sustentados, respeitando princípios éticos e de integridade académica. 

- Comunicar conhecimento histórico de forma rigorosa, crítica e contextualizada, recorrendo a diferentes linguagens, formatos e suportes, adequados a públicos especializados e não especializados. 

 

- Interpretar e utilizar, de forma analítica, as fontes históricas para o estudo das Civilizações Pré-Clássicas; 

 - Comunicar de forma adequada, em textos académicos, utilizando a terminologia própria das Civilizações Pré-Clássicas;   

 - Identificar em mapas os espaços geográficos onde ocorreram os principais acontecimentos históricos das Civilizações Pré-Clássicas e explicar as suas características e impacto;

 - Localizar cronologicamente os principais períodos e acontecimentos históricos das Civilizações Pré-Clássicas, utilizando terminologia temporal correcta;

 - Descrever e discutir criticamente os fundamentos da ideologia real nas Civilizações Pré-Clássicas; 

 - Discutir e comparar analiticamente as linhas definidores da religião e mitologia nas Civilizações Pré-Clássicas;    

 - Explicar, de forma fundamentada, as principais características da sociedade e economia nas Civilizações Pré-Clássicas;     

 - Discutir as diferentes dimensões do legado cultural das Civilizações Pré-Clássicas, exemplificando com casos concretos. 

I. A CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA
• Instituições e Sociedade
• Economia
• A Religião
• A Cultura
II. A MESOPOTÂMIA
• Os Sumérios
• O império de Acad
• A III dinastia de Ur ou a renascença suméria
• Os Assírios
• O Império neobabilónico
• O legado cultural da Mesopotâmia
III. A REGIÃO SIRO-PALESTINENSE - OS HEBREUS
• A formação do povo hebreu
• A monarquia
• O cativeiro de Babilónia
• O pós-exílio: início de novos tempos
• A concepção da história, segundo os Judeus
• Sociedade e instituições
• Religião

Bibliografia básica:
António Augusto TAVARES, Civilizações Pré-Clássicas, Lisboa, Universidade Aberta, 1995.
Bibliografia complementar: 
 Atlas: 
- John BAINES, Jaromír MÁLEK, Egipto. Deuses, Templos e Faraós, Lisboa, Círculo de Leitores, 1991.
 -John ROGERSON, Bíblia. Os Caminhos de Deus, Lisboa, Círculo de Leitores, 1991.
Dicionários:
 - Luís Manuel de ARAÚJO (dir.), Dicionário do Antigo Egipto,  Lisboa, Editorial Caminho, 2001.
- Jean-Christophe ATTIAS, Esther BENBASSA, Dicionário Temático Larousse – Civilização Judaica, Lisboa, Círculo de Leitores, 2000.
- Guy RACHET, Dicionário Temático Larousse – Civilização Egípcia, Lisboa, Círculo de Leitores, 1999.
- Guy RACHET, Dicionário Temático Larousse – Civilizações do Antigo Oriente, Lisboa, Círculo de Leitores, 2000.
Outros:
-  José das Candeias SALES, A ideologia real egípcia e acádica. Representações do poder político pré-clássico, Lisboa, Editorial Estampa, 1997.
- José das Candeias SALES, As divindades egípcias. Uma chave para a compreensão do Egipto antigo, Lisboa, Editorial Estampa, 1999.
- José das Candeias SALES, Estudos de Egiptologia. Temáticas e Problemáticas, Lisboa, Livros Horizonte, 2007.
- José das Candeias SALES, Poder e Iconografia no antigo Egipto, Lisboa, Livros Horizonte, 2008.

Nesta unidade curricular, o processo de aprendizagem é concebido de forma a proporcionar aos estudantes uma maior flexibilidade na gestão do tempo de estudo, encontrando-se sempre assegurado/garantido o acompanhamento científico-pedagógico e a interação com docentes, tutores e colegas.

As atividades desenvolvem-se predominantemente em ambiente online e de forma assíncrona, com recurso à plataforma de aprendizagem da Universidade Aberta. O modelo pedagógico adotado combina o estudo autónomo com a participação ativa em fóruns, debates, trabalhos e outras atividades que visam promover a consolidação e a aplicação prática dos conhecimentos. Estimula-se, assim, nos estudantes, a reflexão crítica, a partilha de experiências, a resolução de problemas e o desenvolvimento de competências relevantes para os seus percursos académicos, pessoais e profissionais.

Ao longo da unidade curricular, os estudantes têm acesso a recursos pedagógicos diversificados e dispõem do acompanhamento contínuo da equipa docente que garante orientação, apoio e feedback regular ao longo do processo de aprendizagem.

As metodologias de ensino e aprendizagem adotadas têm por base os princípios da autonomia, colaboração, inclusão e flexibilidade, permitindo conciliar o percurso de formação com as responsabilidades pessoais, familiares e profissionais de cada estudante.

Para conhecer melhor o Modelo Pedagógico da Universidade Aberta, consulte: https://portal.uab.pt/modelo-de-ensino/

A avaliação nesta unidade curricular é concebida para apoiar a aprendizagem dos estudantes ao longo do semestre, valorizando não apenas os resultados alcançados, mas também o processo de construção do conhecimento.

As atividades (formativas e sumativas) visam promover a reflexão crítica, a aplicação prática dos conteúdos, a participação ativa e o desenvolvimento de competências relevantes para o percurso académico e profissional dos estudantes.

A avaliação pode integrar diferentes modalidades e instrumentos, incluindo atividades individuais e colaborativas, trabalhos escritos, projetos, apresentações, participação em fóruns e provas de avaliação, de acordo com o estabelecido no Plano da Unidade Curricular.

Os critérios de avaliação, as atividades previstas e a respetiva ponderação são apresentados no início da unidade curricular, garantindo transparência no processo avaliativo e permitindo aos estudantes organizar o seu percurso de aprendizagem de forma informada e consciente.

A Avaliação sumativa é composta por três atividades, sendo duas assíncronas e elaboradas ao longo do semestre e uma síncrona, a qual tem lugar no final do semestre. A primeira atividade assíncrona é cotada para 3 valores e a segunda para 5 valores, ambas realizadas na plataformAbERTA; a atividade síncrona é cotada para 12 valores, sendo realizada na plataforma de avaliação em uso na UAberta.

A Avaliação desta unidade curricular corresponde ao estabelecido no Modelo Pedagógico (Tipologia 1).

Os estudantes têm de ter acesso a um computador com ligação à Internet, ter um endereço de correio electrónico e, desejavelmente, possuir literacia informática na perspectiva do utilizador.