História das Civilizações Clássicas
Código: 31047
Departamento: DCSG
ECTS: 6
Área científica: História – História Antiga
Total de horas trabalho: 156
Total de horas de contacto: 15

Os conteúdos desta unidade curricular compreendem o estudo das civilizações grega e romana nos seus vários aspectos.
No caso da Grécia, o estudo organiza-se essencialmente em torno das cidades-estado de Atenas e de Esparta. Assim, são estudadas a sua natureza, funções, origens e desenvolvimento. É ainda feita uma abordagem generalista sobre o Período Helenístico (arte, literatura, teatro, religião e educação).
No que se refere a Roma, estuda-se a evolução da civilização romana a partir da consideração dos principais aspectos económicos, sociais, religiosos, bem como da dimensão da vida quotidiana que a marcaram ao longo dos seus vários períodos históricos.

Grécia; Roma

- Apresentar interpretações históricas críticas e fundamentadas de processos, acontecimentos e dinâmicas sociais, culturais, políticas, económicas e religiosas, em diferentes contextos espácio-temporais.

- Mobilizar métodos, conceitos e teorias da História para analisar continuidades, ruturas e interações entre civilizações, sociedades, culturas e sistemas de pensamento ao longo do tempo, à luz da diversidade humana. 

- Analisar, valorizar e mediar bens patrimoniais e expressões artísticas nos seus contextos históricos, culturais e institucionais, contribuindo para a sua preservação, interpretação e divulgação. 

- Interpretar criticamente práticas, discursos e sistemas religiosos em diferentes contextos históricos e culturais, avaliando o seu impacto na organização social, nas identidades coletivas e nas dinâmicas de poder. 

- Estabelecer relações e comparações entre diferentes factos, agentes e contextos espácio-temporais.

- Organizar informação, estruturar problemas e construir argumentos sustentados, respeitando princípios éticos e de integridade académica. 

- Comunicar conhecimento histórico de forma rigorosa, crítica e contextualizada, recorrendo a diferentes linguagens, formatos e suportes, adequados a públicos especializados e não especializados. 

 - Desenvolver os conceitos e os conhecimentos específicos sobre as instituições políticas das cidades-estado de Esparta e de Atenas, de forma a caracterizá-las e distingui-las nos seus aspectos estruturantes;

 - Interpretar os significativos progressos ocorridos em várias áreas e domínios da vida em comunidade durante o Período Helenístico, fundamentando os motivos que levam a que se recuse a sua classificação como época de decadência;

 - Explicar a transição da noção de pólis para a de cosmópolis como um dos traços marcantes e distintivos do Período Helenístico, de modo a justificar a sua nova forma de organização socio-político-cultural;

 - Interpretar o quotidiano dos antigos Gregos, sob várias perspectivas, utilizando a terminologia adequada e descrições/ caracterizações apropriadas para cada caso;

 - Analisar a estrutura social romana durante os vários períodos da história de Roma, justificando as razões e os mecanismos subjacentes às alterações verificadas;

 - Distinguir as influências e características definidoras da religiosidade dos Romanos, fundamentando as várias dimensões do fenómeno religioso na sociedade romana;

 - Caracterizar de forma adequada as facetas do quotidiano romano abordada, utilizando a terminologia correcta. 

MANUAL 1:
PARTE II - A POLIS GREGA: SISTEMA DE VIDA E MESTRA DO HOMEM
PARTE IV - PERÍODO HELENÍSTICO: ÉPOCA DE REFINAMENTO, FUSÃO E DIFUSÃO CULTURAL
PARTE V - A VIDA E A CULTURA
MANUAL 2:
3. A SOCIEDADE ROMANA
4. A RELIGIÃO ROMANA
5. A VIDA QUOTIDIANA

Bibliografia básica:
José Ribeiro FERREIRA, Civilizações Clássicas – I. Grécia, Lisboa, Universidade Aberta, 1996.
Rui M. Sobral CENTENO (coord.), Civilizações Clássicas – II. Roma, Lisboa, Universidade Aberta, 1996.

Bibliografia complementar:
Dicionários:
• Guy RACHET, Dicionário Temático Larousse – Civilização Grega, Lisboa, Círculo de Leitores, 1999.
• Jean-Claude FREDOUILLE, Dicionário Temático Larousse – Civilização Romana, Lisboa, Círculo de Leitores, 1999.
Atlas
• Peter LEVI, Grécia. Berço do Ocidente, Colecção «Grandes Culturas e Civilizações», Lisboa, Círculo de Leitores, 1991.
• Tim CORNELL, John MATTHEWS, Roma. Herança de um Império, Colecção «Grandes Culturas e Civilizações», Lisboa, Círculo de Leitores, 1991.

Outros:
•  Michel CHRISTOL, Daniel NONY, Roma e o seu Império. Das origens às invasões bárbaras, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1993.
•  Andrea GIARDINA (Dir.), O Homem Romano, Lisboa, Editorial Presença, 1992.
•  Pierre GRIMAL, O século de Augusto, Lisboa, Edições 70, 1997.
•  Allan MASSIE, Augusto, Lisboa, Gradiva, 2002.
•  Claude MOSSÉ, Alexandre. O destino de um mito, Mem-Martins, Publicações Europa-América, 2005.

Nesta unidade curricular, o processo de aprendizagem é concebido de forma a proporcionar aos estudantes uma maior flexibilidade na gestão do tempo de estudo, encontrando-se sempre assegurado/garantido o acompanhamento científico-pedagógico e a interação com docentes, tutores e colegas.

As atividades desenvolvem-se predominantemente em ambiente online e de forma assíncrona, com recurso à plataforma de aprendizagem da Universidade Aberta. O modelo pedagógico adotado combina o estudo autónomo com a participação ativa em fóruns, debates, trabalhos e outras atividades que visam promover a consolidação e a aplicação prática dos conhecimentos. Estimula-se, assim, nos estudantes, a reflexão crítica, a partilha de experiências, a resolução de problemas e o desenvolvimento de competências relevantes para os seus percursos académicos, pessoais e profissionais.

Ao longo da unidade curricular, os estudantes têm acesso a recursos pedagógicos diversificados e dispõem do acompanhamento contínuo da equipa docente que garante orientação, apoio e feedback regular ao longo do processo de aprendizagem.

As metodologias de ensino e aprendizagem adotadas têm por base os princípios da autonomia, colaboração, inclusão e flexibilidade, permitindo conciliar o percurso de formação com as responsabilidades pessoais, familiares e profissionais de cada estudante.

Para conhecer melhor o Modelo Pedagógico da Universidade Aberta, consulte: https://portal.uab.pt/modelo-de-ensino/

A avaliação nesta unidade curricular é concebida para apoiar a aprendizagem dos estudantes ao longo do semestre, valorizando não apenas os resultados alcançados, mas também o processo de construção do conhecimento.

As atividades (formativas e sumativas) visam promover a reflexão crítica, a aplicação prática dos conteúdos, a participação ativa e o desenvolvimento de competências relevantes para o percurso académico e profissional dos estudantes.

A avaliação pode integrar diferentes modalidades e instrumentos, incluindo atividades individuais e colaborativas, trabalhos escritos, projetos, apresentações, participação em fóruns e provas de avaliação, de acordo com o estabelecido no Plano da Unidade Curricular.

Os critérios de avaliação, as atividades previstas e a respetiva ponderação são apresentados no início da unidade curricular, garantindo transparência no processo avaliativo e permitindo aos estudantes organizar o seu percurso de aprendizagem de forma informada e consciente.

A Avaliação sumativa é composta por três atividades, sendo duas assíncronas e elaboradas ao longo do semestre e uma síncrona, a qual tem lugar no final do semestre. A primeira atividade assíncrona é cotada para 3 valores e a segunda para 5 valores, ambas realizadas na plataformAbERTA; a atividade síncrona é cotada para 12 valores, sendo realizada na plataforma de avaliação em uso na UAberta.

A Avaliação desta unidade curricular corresponde ao estabelecido no Modelo Pedagógico (Tipologia 1).

Os estudantes têm de ter acesso a um computador com ligação à Internet, ter um endereço de correio electrónico e, desejavelmente, possuir literacia informática na perspectiva do utilizador.