História Cultural e Artística Inglesa
Código: 51162
Departamento: DH
ECTS: 6
Área científica: Sem Área Cientifica
Total de horas trabalho: 156
Total de horas de contacto: 15

Nesta unidade curricular é explorada a relação entre a cultura e a arte e como têm contribuído ao longo dos séculos para a construção da identidade inglesa. Através da leitura e interpretação de textos sobre a arte inglesa em cada época estudada, os estudantes são convidados a refletir sobre a representação real ou imaginária da sociedade ou sobre a ausência de representação, no contexto social, económico e político inglês, numa viagem que atravessa a transformação da arte e cultura inglesa desde a época medieval ao Pós-Modernismo.
 

As competências a desenvolver são as seguintes:
.domínio das ferramentas conceptuais e metodológicas necessárias à produção do conhecimento no âmbito dos estudos de cultura e dos estudos artísticos;
.capacidade de formular problemas e de usar todos os recursos conceptuais inerentes aos espaços do saber em causa;
.capacidade de construir uma visão racional e crítica do objecto;
.capacidade de reflectir sobre a dimensão especulativa do objecto de análise;
.capacidade de problematizar a dimensão epistemológica relevante a nível do estado da arte do tema escolhido.

1.Construindo uma estética singular
1.1.Os vestígios de uma memória estética e religiosa medievais;
1.2.A especifidade de uma estética renascentista inglesa;
1.3.Construindo um imaginário britânico – de William Hogarth a Thomas Gainsborough.
 
2.Na tensão entre o passado e o presente
2.1.A recuperação de uma percepção do transcendente – William Blake;
2.2.Um novo diálogo estético com o espaço – de John Constable a J. M. W. Turner;
2.3.A síntese no diálogo interartes – os pré-rafelitas.

3. Do Modernismo ao Pós-modernismo
3.1.concebendo uma percepção da modernidade – de Walter Richard Sickert a Stanley Spencer;
3.2.vanguardas e tradição – de Paul Nash a Francis Bacon;
3.3.os diálogos com outros horizontes estéticos – de Edward Hopper a Lucien Freud.

Avelar, Mário. Ekphrasis – O poeta no atelier do artista (Chamusca: Cosmos, 2006)
Barringer, Tim et al. Pre-Raphaelites – Victorian Avant-Garde (London: Tate, 2012)
Faria, Luísa Leal de. Sociedade e Cultura Inglesas (Lisboa: Universidade Aberta, 1996)
Graham-Dixon, Andrew. A History of British Art (London: BBC Worldwide Ldt, 1999 [1996])
Wilton, Andrew. Five Centuries of British Painting – From Holbein to Hodgkin (London: Thames & Hudson, 2001)

O regime de avaliação preferencial é o de avaliação contínua, constituída pela realização de 2/3 e-folios (trabalhos escritos em formato digital), ao longo do semestre letivo, e de um momento final de avaliação presencial (p-fólio), a ter lugar no final do semestre, com peso de, respetivamente, 40% e 60% na classificação final. Os estudantes podem, no entanto, em devido tempo, optar um único momento presencial de avaliação, realizando, então uma prova de Avaliação Final (exame) com o peso de 100%.