Artes Decorativas em Portugal
Código: 31010
Departamento: DCSG
ECTS: 6
Área científica: Estudos do Património
Total de horas trabalho: 156
Total de horas de contacto: 15

A presente unidade curricular tem como principal objeto de estudo as artes decorativas em Portugal ao longo do século XIX nas suas mais diversas expressões.

ARTES DECORATIVAS
PORTUGAL
SÉCULO XIX: Ecletismos e Revivalismos
AZULEJO

• Reconhecer a especificidade e variedade das artes decorativas em Portugal ao longo do século XIX.
• Desenvolver as problemáticas intrínsecas ao estudo das artes decorativas.
• Dominar as problemáticas e as metodologias associadas ao estudo dos temas em estudo
• Identificar alguns dos campos mais significativos (como o azulejo e a faiança).
• Conhecer a bibliografia mais atualizada sobre as diferentes áreas tratadas;
• Inteirar-se das linhas de investigação em aberto sobre cada um dos temas estudados.
 

Introdução ao estudo da Unidade Curricular.
Síntese panorâmica das Artes Decorativas em Portugal no Século XIX.
As artes ornamentais, artes decorativas populares e artes industriais.
A azulejaria e a faiança

ANACLETO, Regina, História da Arte em Portugal; Neoclassicismo e Romantismo, Lisboa, Publicações Alfa, 1986, Vol. 10.

FRANÇA, José-Augusto, A Arte em Portugal no Século XIX, Lisboa, Livraria Bertrand, 1966, Vol. II.
ORTIGÃO, Ramalho, O Culto da Arte em Portugal, Lisboa, Esfera do Caos, 2006 - também acessível em http://purl.pt/207/3/.
 
Meco, José - O azulejo em Portugal, Lisboa, Europa-América, 1993.
 
PEREIRA, João Castel-Branco – Cerâmica neoclássica em Portugal. [S.l.]: Instituto Português de Museus, cop. 1997.
 
PEREIRA, João Castel-Branco, coord. – As colecções do Museu Nacional do Azulejo, Lisboa. 2.ª ed. London: Scala Books; Instituto Português de Museus, 1998.

LUCIE-SMITH, Edward, Dicionário de Termos de Arte, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1990

PINHO, Elsa Garrett, FREITAS, Inês da Cunha, Normas de Inventário. Artes Plásticas e Artes Decorativas. Normas Gerais, Lisboa, Instituto Português de Museus, 1999

SOUSA, Gonçalo de Vasconcelos e, “Introdução”, in Matrizes de Investigação em Artes Decorativas, Porto,  CITAR, 2010

SOUSA, Gonçalo de Vasconcelos e, Metodologia da Investigação, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos, 2ª edição, Porto, Livraria Civilização Editora, 2003 (1ª ed. 1998)

SANTOS,  Rui. Afonso, "Design e Decoração", 1900-1994, in História da Arte Portuguesa (Dir. Paulo Pereira), Lisboa, 1995

TEIXEIRA, Luís Manuel, Dicionário Ilustrado de Belas-Artes, Lisboa, Editorial Presença, 1985.

NOTA: Ao longo do semestre podem ser aconselhadas leituras complementares.

E-learning.

O regime de avaliação preferencial é o de avaliação contínua, constituída pela realização de 2/3 e-folios (trabalhos escritos em formato digital), ao longo do semestre letivo, e de um momento final de avaliação presencial (p-fólio), a ter lugar no final do semestre, com peso de, respetivamente, 40% e 60% na classificação final. Os estudantes podem, no entanto, em devido tempo, optar um único momento presencial de avaliação, realizando, então uma prova de Avaliação Final (exame) com o peso de 100%.

Os estudantes têm de ter acesso a um computador com ligação à Internet, ter um endereço de correio electrónico e, desejavelmente, possuir literacia informática na perspectiva do utilizador.