Arte Egípcia
Código: 31370
Departamento: DCSG
ECTS: 6
Área científica: História
Total de horas trabalho: 156
Total de horas de contacto: 15

A análise dos vários pontos programáticos estabelecidos permitirá caracterizar aprofundadamente cada uma das produções artísticas egípcias bem como os seus elementos estruturantes. Ao mesmo tempo procurar-se-á articular e relacionar essas características com as condições naturais, políticas, sociais, económicas, culturais e mentais da civilização egípcia.

O estudo das várias manifestações artísticas egípcias contempladas no programa possibilitará o enquadramento da produção artística egípcia como uma fase do «caminhar artístico e mental da Humanidade».

 

Arte, Cultura, Património

- Apresentar interpretações históricas críticas e fundamentadas de processos, acontecimentos e dinâmicas sociais, culturais, políticas, económicas e religiosas, em diferentes contextos espácio-temporais.

- Identificar, selecionar, analisar e interpretar fontes diversificadas, avaliando a sua credibilidade, contexto de produção e limites.

- Mobilizar métodos, conceitos e teorias da História para analisar continuidades, ruturas e interações entre civilizações, sociedades, culturas e sistemas de pensamento ao longo do tempo, à luz da diversidade humana.

- Analisar, valorizar e mediar bens patrimoniais e expressões artísticas nos seus contextos históricos, culturais e institucionais, contribuindo para a sua preservação, interpretação e divulgação.

- Interpretar criticamente práticas, discursos e sistemas religiosos em diferentes contextos históricos e culturais, avaliando o seu impacto na organização social, nas identidades coletivas e nas dinâmicas de poder.

- Estabelecer relações e comparações entre diferentes factos, agentes e contextos espácio-temporais.

- Organizar informação, estruturar problemas e construir argumentos sustentados, respeitando princípios éticos e de integridade académica.

I. Elementos estruturantes da arte egípcia

II. A arquitectura
III. A escultura

IV. A pintura

V. A cerâmica

VI. A joalharia

VII. O mobiliário         

SALES, J. das C. (2007c). A pintura egípcia – entre convenções de representação e princípios de expressão gráfica: uma arte intelectual. Arte Pré-Clássica. Colóquio comemorativo dos Vinte Anos do Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Lisboa: Instituto Oriental da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, pp. 175-195;

______ (2013). Viver na Cidade. Hapi, (1), pp. 57-85;

______ (2014). A Concepção Antropológica Egípcia: Da Vida no Aquém à Existência no Além. Gaudium Sciendi, (6), pp. 131-164;

______ (2014). As colunas egípcias. Hapi, (2), pp. 107-131;

______ (2015b). Corpo e tempo – as imagens idealizadas da arte egípcia. digitAR – Revista Digital de Arqueologia, Arquitectura e Artes, (2), pp. 168-185;

______ (2015c). O mobiliário egípcio: a tecnologia da madeira. Hapi, (3), pp. 91-113;

______(2015e).   Fortaleza  de  Buhen.  Um  Ponto  Estratégico  para  o  Egipto  do Império  Médio. Gaudium Sciendi, (8), pp. 73-97.

E-Learning

O regime de avaliação preferencial é o de avaliação contínua, constituída pela realização de 2 e-folios (trabalhos escritos em formato digital), ao longo do semestre letivo, e de um momento final de avaliação e-fólio Global (e-fólioG), a ter lugar no final do semestre, com peso de, respetivamente, 40% e 60% na classificação final. Os estudantes podem, no entanto, em devido tempo, optar um único momento de avaliação, realizando, então uma prova de Avaliação Final (exame) com o peso de 100%.