Acessibilidade em Educação e Formação
Código: 11067
Departamento: DEED
ECTS: 6
Área científica: Educação
Total de horas trabalho: 156
Total de horas de contacto: 15

Esta Unidade Curricular (UC) procura desenvolver a compreensão da problemática da acessibilidade, nas suas múltiplas vertentes, no contexto dos processos educativos e de formação, preparando os futuros diplomados para a criação e desenvolvimento de ambientes de aprendizagem mais inclusivos.

Acessibilidade

Equidade

Inclusão

Necessidades Especiais

No final desta unidade curricular, espera-se que o estudante atinja as seguintes competências:

·       Distinguir os conceitos e aplicabilidade do desenho universal, da acessibilidade e da usabilidade, em contextos físicos e digitais;

·       Integrar o pluralismo e o respeito pela diversidade dos estudantes em práticas educativas inclusivas;

·       Adequar a intervenção educativa e formativa a diversos contextos de aprendizagem e perfis de estudantes, promovendo a acessibilidade de acordo com as normas e diretrizes existentes;

·       Aplicar os princípios do desenho universal na conceção de espaços e materiais de aprendizagem.

1. Inclusão, acessibilidade e desenho universal: conceitos e normas

1.1. Equidade e inclusão

1.2. A acessibilidade, a usabilidade e o desenho para todos

1.3. Quadros normativos da acessibilidade em Portugal e na Europa

1.4. Modelos de abordagem à deficiência.

2. Necessidades especiais no acesso à educação e formação

2.1. Diferentes tipos de incapacidade (auditiva, visual, motora, intelectual e neurológica)

2.2. Barreiras intrínsecas, ambientais e interativas

2.3. Técnicas de acessibilidade adequadas aos diferentes cenários

3. Intervenção educativa universal, pluri-contextual e personalizada

3.1. Princípios do desenho universal

3.2. Conceção de espaços de aprendizagem inclusivos (físicos e virtuais)

3.3. Produção de materiais de aprendizagem acessíveis e respeitadores da diversidade

4. Avaliação da acessibilidade em contexto educativo e de formação

·       . Amstrong, F. & Rodrigues, D. (2014). A inclusão nas escolas. Lisboa: Fundação Francisco Manoel dos Santos. 

·       Campos Pinto, P. (2015). Modelos de abordagem à deficiência: que implicações para as políticas públicas?. Revista Ciências e Políticas Públicas / Public Sciences & Policies. 1. 174-200. DOI: 10.33167/2184-0644.CPP2015.VIN1/pp.174-200.

·       CAST (2018). Universal Design for Learning Guidelines version 2.2. http: //udlguidelines.cast.org

·       Conselho da Europa (2001). Resolução resAP (2001): sobre a introdução dos princípios de desenho universal nos programas de formação do conjunto das profissões relacionadas com o meio edificado: SNRPD.

·       DGEE, CRID, CRTIC (2015). Tecnologias de apoio - Tecnologia para todos . Edição: Escola Superior de Educação e Ciências Sociais – IPLeiria

·       Fontes, F. (2009) Pessoas com deficiência e políticas sociais em Portugal: Da caridade à cidadania social. Revista Crítica de Ciências Sociais, 86, 73-93 

·       Francisco, M., Costa, S., Esperança, C., Sousa, N. & Rodrigues, C. (2021). Acessibilidade web e digital - Coletânea de textos.

·       Francisco, M. & Sousa, N. (2019). Guia de produção de conteúdos digitais acessíveis. (2a ed) Politécnico de Leiria/ Projeto EU4ALL (Edição original 2011). https://doi.org/10.25766/r5pk-ws58

·       Francisco, M., Neves, J. & Esperança, C. (2009). Estratégias para um ensino online mais inclusivo: sons e imagens para todos? In Educação, Formação & Tecnologias; vol.2 (2); pp. 95-104, novembro de 2009.

·       Hilera, J. R. et al. (2013). Guía Metodológica para la Implantación de Desarrollos Curriculares Virtuales Accesibles. Proyecto ESVI-AL Alcalá de Henares: UAH.

·       INR (2014). Desenho universal ou desenho para todos . [Website] www.inr.pt/design-universal

·       INR (2007) Guia acessibilidade e mobilidade para todos. (Coord. Paula Teles). SNRIPD. 

·       Leite, T. (2011) Currículo e Necessidades Educativas Especiais. Coleção Indução e Desenvolvimento Profissional Docente. Universidade de Aveiro: Aveiro.  

·       OMS (2004). Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF)

·       Pisco, P. (2008). “Equidade e Inclusão: Serão as Políticas Educativas Suficientes?”. Instituto Superior Técnico: Lisboa.

·       Teixeira, A. M., Correia, C. J., Afonso, F., Maina, M., Cabot, A. G., López, E. G., Tortosa, S. O., Piedra, N., Canuti, L., Guzmán, J., Solís, M. A. C. (2013). Inclusive Open Educational Practices: How the uses and reuse of OER can support virtual higher education for all. Eurodl. Best of EDEN 2012. 78-91.

·       Vidal, B., Cotrim, I. & Lorena, M.J. (2008) Manual de projeto para a acessibilidade nas escolas . Edição: Parque Escolar E.P.E, LPDM-CRS, CPD

·       W3C (2018). Web Content Accessibility Guidelines 2.1. https://www.w3.org/TR/WCAG21/

·       W3C (2017). Diverse Abilities and Barriers. [Website] https://www.w3.org/WAI/people-use-web/abilities-barriers/

·       W3C (2017). How People with Disabilities Use the Web. [Website]https://www.w3.org/WAI/people-use-web/

E-learning

O regime de avaliação preferencial é o de avaliação contínua, constituída pela realização de 2 e-folios (trabalhos escritos em formato digital), ao longo do semestre letivo, e de um momento final de avaliação presencial (p-fólio), a ter lugar no final do semestre, com peso de, respetivamente, 40% e 60% na classificação final. Os estudantes podem, no entanto, em devido tempo, optar por um único momento presencial de avaliação, realizando, então uma prova de Avaliação Final (exame) com o peso de 100%.

e-mail: Maria.Francisco@uab.pt